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SOL REFULGENTE NO SEU 46º ANIVERSÁRIO

Audha Abuthay

(Homenagem à duas manifestações insólitas: Anna Paes e Brasília)



Entremeado por nuvens oxidadas

Vejo um sol pré-poente.

Olhar malicioso, indecente.

Testemunhando tantos atos e fatos.

Caminhando para o Zênite



Noto andorinhas, dando vôos rasantes

Nenhum som, nenhum ruído urbano

Alguns passarinhos petulantes

Carregam em seus bicos pequenos ramos



Pequenos sonhos esvoaçam perdidos em nuvens

Vidraças já começam a ficar escurecidas

Lâmpadas, luzes, lustres já insinuam brilho.



Ondulações perpassam por entre janelas,

Frívolos olhares, como que desmascarando outros olhares.



Lá no vale, a pobre dama acende sua única vela.

Coloca-a na janela.



Pronto... morreu o dia. Ele não volta mais. Nunca mais.

Agora já não tem volta o dia se foi perdido como uma ilha

Lembrei da poetisa Anna Paes

Lembrei também do seu grande amor por Brasília.

Audha Abuthay.
(Insolito Poeta do Deserto)

abjurado para Anna Paes

 

Ao meu amigo do Deserto, meu carinho e amizade!

Anna

***

Ave Maria de Gounod Original

cantada em latim por Nana Mouskouri

                  

 

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