
Plumas Ao Vento
Plumas ao Vento
Penso-te voragem
pluma, anseios.
Brisa a roçar meus lábios,
em promessas mil.
São desejos fecundos,
infecundos?
Não sei precisar.
Sonho,
o mais doce sonho,
Que se perde
como plumas ao vento.
ANNA PAES
Plumas ao vento,
que o falar espalha,
que o vento carrega,
que a chuva não rega,
e que ainda sim
se multiplica,
e muito mal fica
para ser colhido
pelas ímpias almas
que corrompem a calma
caluniando e difamando
aqueles que mansamente
seguem serenamente
sua trajetória terrena...
LAURO KISIELEWICZ
28/11/2004
