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AUDHA ABUTHAY

:: E-book PENSEI EM VOCE

:: E-book - EXPRESSÕES - Audha Abuthay

Entregando Flores Para Ha'nnya

ROSA AMARELA, QUE FICADA NA JANELA
ABSORVEU LUZ MACIA DA LUA
QUE ILUMINAVA A RUA
 
SEM TEMPO, SEM NADA, PRA NÃO DIZER ISOLADA
ESSA BRANDA FLOR
INVADIU MEU CORAÇÃO
E
ACALMOU MINHA DOR
 
NEM SEI SE EXISTES, OU SE EXISTO EU
MAS QUE ME IMPORTA
SE NOS CARACTERES ELETRONICOS
DAS MENSAGENS UM DIA,
ENCONTREI UMA GRANDE AMIZADE
NAS VIBRAÇÕES DE HÁ’NNYA
 
Audha Abuthay
 

 

Nota:

Todos os Direitos Reservados a Anna Paes

Abjuradas de sua autoria  por Audha Abuthay

ao me dedicar os poemas.

Proibida reprodução na integra ou parcialmente.

Há sempre uma oportunidade para encontrarmos com o DEUS DE NOSSO CORAÇÃO.
A solidão e o frente a frente com a natureza pode nos proporcionar essa
chance.

Audha Abuthay

ESTRELAS
Abjuradamente abjurado para a poetisa do Cerrado. (AnnaPaes)

Poeiras, visiveis e invisíveis
Absurdamente surdas
Incógnitas, insólitas.
Inimagináveis, intransitáveis e esparsas...

Ruídos de tempo cruzando a configuração de meu relógio temporal
Ruas fulgurantes pelos raios da manhã.
Valas e essas estranhas sombras escuras configuram esse meu caminhar
Nem me é dado o direito de vislumbrar o clarão da manhã...
Viajo, caminho, ando, busco e não encontro...

Onde estará meu caminho???
Nos frescores da manhãs, nos molhados leitos da estrada?
Nem sei que tempo passou... Nem sei por onde andei.
Abracei minha única mortalha e adormeci
Em profundo sonho distante, insensato, sem nexo

Ali adormeci. Era 1966.
Agora acordei e já é 2006.

Deus! Alah, o que vocês fizeram comigo?
Já é quase hora de retornar...
Não me dêem esse mesmo caminho...
Não quero reprovar.

Audha Abuthay

 

PERDEU-SE UM PAR DE OLHOS
Audha Abuthay

Onde estarão meus olhos Meu Deus!
Acho que estão no horizonte perdidos;
Eles já estavam exaustos e enfraquecidos
Não conseguiam mais olhar o que tinham que olhar

Quem os encontrar, verá  que não estarão mais serenos
Nem luzidios, nem alegres e nem altivos;
Turvaram-se de tanto ver um mundo de mentira
Carregado de hipocrisia e destilado com venenos.

Nesse momento estão jogados, quiçá, abandonados...
Tão esquecidos, definitiva e certamente perdidos.
Se os encontrares, faça deles um camafeu de pedras orientais
Pois quem os perdeu não os conseguirá encontrá-los jamais.

Audha Abuthay
10/01/2005
00:19AM
 




PENSEI EM VOCÊ

Como pensar em você
Como manter sua imagem em minha mente
Como saber o que vagueia no seu mundo mental
Como encontrar você se eu estou no plano da matéria
E você simplesmente no astral.

O que nos atrai tanto
Como nos amarmos
Como manter sua imagem em minha mente
Se você voa incessantemente de páginas em páginas
E eu vivo em apenas uma página, bem ali no canto
Audha Abuthay


 





Dueto Anna e Audha


Lágrima Noturna
Anna Paes

Com freqüência
Esta lágrima noturna aparece em meus olhos.
A freqüência é tão absurda,
Tão grande,
que  esmoreço.
Torno praticamente impossível a reaproximação.
Faço tudo para deixar a distancia cada vez maior.
Mas o destino, imperdoavelmente,
Nega-me este momento sempre.
Adia tudo!
Prevalece, me fazendo nua
e sofredora de um amor que não pode existir.
São momentos loucos,
De loucura quase  lúcida.
Mas pela incoerência das palavras,
Afoga-se nos turbilhões de pensamentos.
E eles são tantos
Que esgotadas as chances,
detém-se
na dúbia interpretação
dos fatos.
E assim se faz.
Anna Paes
18/11/2004
00:02hs

Escondida na fímbria do meu manto
Perpassou também lágrimas frias.
Inauditas, ausentes, translúcidas e indiferentes.
Antes quentes.

Ao viajar pelos teus lábios, perdido na lânguida língua,
Fugidio momento quase como um alento.
Tudo veio esboroar-se na amplidão e na refletida poça de água
Morreu o que era magoa na candente silhueta da lua que mingua.
Audha Abuthay
23/11/2004
21:14hs

 





E FOI ASSIM...BEIJANDO SEUS PES....

Anna e Audha


E foi assim
Que meu querer resurgiu
E te fez meu novamente.
Assim, sem mais sol e menos lua.
Com uma chuva na calçada
A molhar meus anseios loucos
E, perpetuei
...Em ti.
Anna Paes

Beijando Seus Pés.
Audha Abuthay

Essas águas pueris de origem revés
Que vem audaciosamente beijar teus pés
São águas atrevidas da chuva descendente
Fazendo o que faz pouca gente.

Audaciar. Constituir um gesto carinhoso
Que pode cativar
Que pode emocionar

Insolente audácia delas,
Que perpassando pelas minhas janelas
Vem fazer às vezes do amante
Que em gesto importante fica lhe acariciando

Faz com que de sua alma de menina
Desperte segredinhos escondidos, tirando-lhe suspiro profundo
Que temo possa acordar todo mundo.

 





CORDÃO DE PRATA.
 Audha Abuthay

Esta rosa tão formosa,
Que nesse jardim se isola,
Mais parece
Tu Anna Paes
Que te lanças no fugidio
E etéreo momento.
Como que buscar um
Distante e cálido sorriso
no sol que te consola.


Tu bem sabes que uma rosa
Vive algumas poucas horas.
Sua maturidade mística acontece
No momento em que tu a vês
Jamais quando anoitece, amanhece ou mesmo quando ela
Fenece.

Ao contrário de nós mortais,
Que tanto faz que amanheça ou anoiteça
Ou, seja lá o que aconteça.
Nossa maturidade mística que é tão desigual e ingrata.
Só acontece quando,
Rompe-se o nosso:
Cordão de Prata.


 





Hoje
Audha Abuthay

Hoje o retorno de tudo me espanta.
Vertigens de ver um céu profundo esparso e  inelutável.
Estrias de nuvens oxidadas bordejando esse mar ignoto.
Espraiadas nesse meu desespero incolor.

Hoje...

Tu voltastes e meu
coração simplesmente parou...

Audha Abuthay


 





SEI LÁ...
Audha Abuthay

A solitária da solidão
Encarnada em paixão
Vidente de uma ilusão

Criada nos campos pueris
Tão solícita.
Tão Só.

Absurdamente só.

Vejo-a da janela do meu quarto,
Na manhã alegre, mas...
Ainda dormita sem abrir-se;
Aguarda esse SOL, tão privilegiado
Que pode beijá-la, que pode beijar a ti
Entre um céu azul, diáfano.
Portador de ondas invisíveis mas ...
Que aquecem o coração solitário e orvalhado.
(Audha Abuthay)


TRÊS ESTAÇÕES,
TRÊS PEREGRINAÇÕES,
TRÊS INCLINAÇÕES,
TRÊS ORAÇÕES.
TANTOS CORAÇÕES.
Audha Abuthay.


VERTIDA E INVERTIDA

AQUELA VERTIDA PEDRA
TÃO INSÓLITA,
DISTANTE E TÃO BEM POSTADA
MERGULHADA EM SILÊNCIO ACABRUNHANTE
REMETE-ME A ÍNVIOS CAMINHOS

FAZ-ME REFLETIR SOBRE A DISTÂNCIA
SOBRE O TEMPO, O ESPAÇO...
ENFIM SOBRE TODOS OS MISTÉRIOS
DO CONSTRUTOR, INSTRUTOR, DOADOR
QUE NUM GESTO DE AMOR
ENVIOU-NOS ANJOS DE LUZ
PARA QUE APRENDAMOS A BELÍSSIMA LIÇÃO
DE AMOR.

Audha Abuthay

INVERTIDA E VERTIDA

AQUELA INVERTIDA PEDRA
NÃO INSÓLITA,
NEM DISTANTE E NEM AUSENTE, MAS, TÃO BEM POSTADA
MERGULHADA EM PROFUNDO SILÊNCIO,
CONSTITUI HIANTE ABISMO
CONSOLIDA MEDITAÇÕES POR ESTANHOS CAMINHOS

PRODUZ REFLEXÕES SOBRE A INSENSATEZ,
SOBRE AUSÊNCIA QUASE INTERGALÁTICA...
ENFIM SOBRE TODOS AS MISÉRIAS
HUMANAS E SUAS MANIFESTAÇÕES.
QUE O GRANDE CONSTRUTOR,
ARQUITETO INOMINADO, NUM MARAVILHOSO
GESTO DE AMOR;
ENVIOU-NOS ANJOS DE LUZ, QUE NOS SEDUZ,
CONDUZ, E ENFIM...
NA NOSSA CONFINADA ALMA
PRODUZ EFÚLVEOS RAIOS
DE COMPREENSÃO,
PARA QUE APRENDAMOS LIÇÕES DIÁRIAS
DE CONTORNAR A DOR SEM PERDER
PELO PRÓXIMO O AMOR

Audha Abuthay
Oh! Senhor, como estou distante disso tudo. JB

PAZ E REFRIGÉRIO DEVERÃO CONSTITUIR
A NOVA RAÇA.
NOVA RAÇA QUE ESTÁ AGORA E AQUI
APRENDENDO A GRANDE MENSAGEM
QUE VEM DO MINISTÉRIO DO
MISTÉRIO.

Audha Abuthay

Anna dessa estrada comprida, sem saída...
Dessa estrada sem ais
Que nos refugiamos cada vez mais.

Anna que em um agasalho, do deserto, que é de couro guardo meu único tesouro,
Medalhão da simplicidade, da cumplicidade.
Pois, é nessa ambigüidade que mora a felicidade;
Felicidade que vale muito mais que todo o ouro.

Essa Audha contrito sentado no mais profundo e hiante abismo
Sem nem se preocupar com um mínimo de cismo
Sabe, conhece e vivencia as tênues luzes que ao longo do caminho
Ilumina o menor e o maior do espinho.


Audha Abuthay.

Tarde Grande...

AUDHA ABUTHAY


Dia desses estava balançando na rede
Em um deserto imenso, longe daqui...
Essas tardes infindas e grande
Onde não há agendas
Calendas
E tudo se resume em sede.

Olhando o céu de anil do outro lado
Pensando nas profundezas abismais
Invertidas e transcedentais
Do céu calado, agoniado.

Como é vermelho de sangue esse chão...
Como a mentira em nome da DEMOCRACIA exala PODRIDÃO...


Essas besteiras imanentes que assola todas as gentes.
Vi então na mais alta solidão,
Um passaro que voava
Circulando no diáfano azulaceo céu
Parecia coberto de um véu insano
Mais parecia um terrorista agoniado muçulmano...

Tarde grande, essas tardes, tão tardes que seduzem
Transluzem, e nos beatifica
Ratifica, e para alguns até como sino soa
Para outros amaldiçoa.

e também em

http://poesiaeart.sites.uol.com.br
http://diariogeral.zip.net

 

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